Os Vivos e os Mortos - Creepypasta

Os Vivos e os Mortos - Creepypasta

Quando cheguei ao velório, o primeiro fato que me chamou a atenção dizia respeito a presença de Helena, sentada e prostrada ao abandono no canto mais discreto da capela. Levei algum tempo até perceber que ela encontrava-se alheia ao que ocorria ao seu redor. A falta de percepção para aceitar o óbvio se constituía em uma das duas perspectivas sempre presentes naquelas ocasiões especialmente fúnebres: havia os que encontravam-se mortos, e sabiam disso, mas recusavam a partida derradeira por pendências pessoais mal resolvidas. Havia os que estando mortos, não se davam conta desta condição.

Helena, infelizmente, encontrava-se na segunda perspectiva: ela não sabia que estava morta!

No velório havia dois caixões: o dela e do marido. O acidente de carro que vitimara os dois acontecera bem próximo da casa deles naquela noite chuvosa. Ninguém soube exatamente como aconteceu a tragédia, mas por conta de um celular ligado dentro do veículo dizia-se, a boca pequena, que Vanderlei, o marido, estava transtornado com ela. Descobrira que Helena o estava traindo há bastante tempo. O casal discutiu muito. Trocaram xingamentos e acusações, que resvalaram inevitavelmente para a agressão física. Ele perdeu o volante na tentativa de aplicar uns bons sopapos nela. E deu no que deu: o carro saiu da estrada e acabou se chocando com um enorme muro de pedras maciças que ficava a um quarteirão dali.

De minha parte, acreditava piamente na hipótese da discussão no carro porque Vanderlei, o marido de Helena, era meu primo. Já o conhecia há muito para saber que ele tinha um temperamento instável. Tratava-se de uma pessoa violenta e arredia. Não entendia como Helena, uma mulher tão distinta, tão educada, fora contrair matrimônio com um troglodita daqueles. Custava-me crer que fosse apenas o dinheiro.

Minha família encontrava-se naquele pequeno santuário para o último adeus ao casal. Minhas tias, primos, sobrinhos, meus pais e todos os amigos de Vanderlei rodeavam os caixões. E Helena, a pobrezinha, sentada no canto da capela ainda não havia se dado conta por que ninguém, até então, viera-lhe oferecer as condolências. Talvez achasse que apenas Vanderlei tivesse morrido, ela não.

O dom de ver e falar com os mortos já se manifestava em mim desde pequeno. No início foi muito difícil lidar com a situação. Passei por dificuldades psicológicas extremamente estressantes que, creiam-me, quase me levaram à loucura. Não tive uma infância decente. Nem eu mesmo, às vezes, consigo acreditar como superei tudo sozinho. Mal saído da adolescência já havia perdido as contas do número de defuntos encontrados vagando nas ruas sem saber que tinham morrido. Adquiri o hábito de ajudá-los a realizar, como gostava de dizer, o “passamento derradeiro”. Confortava-me saber que, ao menos, esta qualidade inata tinha lá a sua serventia.

E, naquele momento, precisava ajudar Helena, a mulher com quem vivi uma relação amorosa intensa. Um relacionamento secreto que, descoberto, causara-lhe o infortúnio de morrer tão jovem. Um desperdício.

Apesar de morta, e não sabê-lo, a criatura continuava linda. Fui até ela decidido a não deixá-la mais acorrentada ao limbo incerto dos que ficam entre os vivos. Cheguei de manso e de fala baixa.

— Helena, minha querida.
— Oh, Alberto – disse ela levantando-se da cadeira assustada – o que está acontecendo? Ninguém quer falar comigo. Eles estão me ignorando. Não respeitam a minha dor! O que está acontecendo?
— Você já foi ver o Vanderlei?
— Claro que não! Eu... bem... não tenho coragem de olhar. Alberto, ele descobriu tudo sobre nós. Tudo! – Ela disse baixinho, como se alguém na igrejinha lhe pudesse ouvir.
— Helena, minha querida. – Disse-lhe sem me aproximar apontando o queixo para os caixões. - Você precisa ser forte e ir até lá.
— Oh, Alberto, eu não tenho coragem de olhar.
— Amor – falei no tom mais suave que me foi possível – você ainda não percebeu que há dois caixões sendo velados aqui na capela?

Ela olhou na direção do amontoado de pessoas em torno dos caixões, levantou as sobrancelhas levemente em tom de curiosidade, e voltou-se novamente para mim.

— Pode ser qualquer um – deu de ombros – afinal esta capela é para isso mesmo: velar os mortos.
Ia ser mais difícil do que eu pensei. Pobre Helena.
— Querida, observe que todos os membros da nossa família estão ao redor dos “dois” caixões! – Disse enfaticamente.

Ela se voltou, novamente, na direção do amontoado de parentes aflitos. Os olhos se inflaram de surpresa. As linhas da testa se contraíram rapidamente. O interesse tornou-se evidente. Deus três passos à frente ficando ao meu lado.

— Alberto, quem morreu, além do Vanderlei? – ela perguntou sem rodeios.
— Helena, meu amor.
— Quem?

Não tive outra opção.

— Você.

Ela se virou e me encarou buscando a verdade nos meus olhos. Não os desviei um centímetro sequer para não lhe oferecer falsas esperanças. No fundo, no fundo, talvez já soubesse. Sei lá. Não tive coragem de dizer mais nada. A conversa foi rápida. A conversa foi seca. Não esperava que fosse assim. Ela tomou a decisão. Passou por mim, na verdade, sua áurea perfeita me transpassou e seguiu na direção dos caixões. A única coisa que pude dizer enquanto ela ia para o seu destino foi “adeus”. Eu sabia o que ia acontecer. Já presenciara o fenômeno centenas de vezes. Quando Helena visse o seu próprio corpo dentro do esquife envernizado, aí sim, o “passamento derradeiro” fecharia o ciclo de vez e a sua presença seria levada à eternidade.

Helena, ao chegar diante de seu próprio caixão, levou as duas mãos à boca. Não gritou. Não fez escândalo. Virou-se, de súbito, para mim. Pude ver, pela última vez, o seu rosto assustado, irradiando aquele brilho intenso que, eu sabia, iria tomar-lhe o corpo todo. Ela flutuou por alguns centímetros. Foi a cena mais bela que já vi. Parecia um anjo sem asas! Como era de costume, aos que iniciam a passagem final, olhou para as próprias mãos. Eu nunca soube bem a razão, mas era a partir das mãos que o processo começava. E foi a partir das mãos de Helena que o brilho lhe tomou conta, ofuscando tudo ao seu redor, como uma janela em quarto escuro que se abre para os raios do sol a pino. Não se podia mais divisar o seu belo corpo. A luz se intensificou no seu máximo e sumiu abruptamente levando-a para sempre. Simples assim.

— Adeus, meu amor – disse não conseguindo deter uma lágrima que me escorreu pelo rosto.

Estava exausto. Então, sentei-me na cadeira.

Deixe-me ficar, naquele assento duro, a ruminar pensamentos de quando nos amávamos intensamente. Um riso fraco me escapou dos lábios ao lembrar-me dela. As raras oportunidades que tínhamos, investíamos sempre em um amor urgente. Um querer apressado. Tínhamos fome um do outro. Nunca a esquecerei. Helena. Nunca! Você sempre será...

— Alberto, seu desgraçado, traidor. Vou matá-lo com as minhas próprias mãos.

Pulei da cadeira feito uma mola. Havia esquecido completamente do Vanderlei! De fato, não o vira perambulando por ali. Outra pobre criatura que, decerto, desconhecia sua condição de falecimento. Não sei qual a razão, mas algo me dizia que Vanderlei sabia, sim, que estava morto, porém recusava-se a ir embora. Tinha uma pendência ainda por resolver e tal pendência era comigo! Os mortos que exigem vingança são os mais complicados de realizar a passagem derradeira. Podem ficar anos vagando dentro das casas, fazendo barulho, arrastando objetos, atrasando as vidas dos que considera culpados de sua desgraça. São muito mais difíceis de convencer a seguir o seu destino.

Fiquei de pé num piscar de olhos, resignado, em enfrentar a vergonha de ser escorraçado por um defunto, porque fisicamente, ele nada podia fazer contra mim.

Tudo aconteceu muito rápido. Vanderlei entrara atabalhoadamente dentro da capela. Ele estava com o braço esquerdo inteiramente enfaixado com gases. O rosto, bem machucado, trazia os minúsculos cortes dos vidros estilhaçados do para-brisa e mancava exageradamente em uma das pernas. Preparei-me para o confronto.

No entanto, ele não veio em minha direção!

Vanderlei partiu como uma fera acuada direto para os caixões, empurrando as pessoas que lhe queriam confortar a dor de sua perda e, usando o ombro ileso, num ímpeto de fúria, empurrou os dois ataúdes fúnebres com toda a força que lhe permitia o seu estado debilitado. Os dois esquifes caíram de lado e espatifaram-se no piso de mármore. Deu-se um barulho estrondoso de madeira rachando que vibrou até os candelabros de velas dependurados no teto da capela. Meus tios horrorizados caíram-lhe em cima para dominá-lo. Minhas tias gritavam e choravam histericamente. Mamãe, coitada, desmaiou caindo por cima de toda aquela bagunça. Um verdadeiro escândalo. Num dos caixões notei o cabelo de Helena aparecer na sua lateral, no outro, o impacto da queda havia expelido o seu conteúdo para fora: Aí, eu vi o outro morto estatelado no chão!

Pasmem, era eu.
Sim, era eu mesmo.
Morto! Eu estava morto!

A imagem do meu corpo me atingiu em cheio. Estremeci dos pés à cabeça. Pisquei diversas vezes, não porque quisesse enxergar melhor, mas porque fora acometido, de súbito, por um fluxo intenso de lembranças. Flashes de imagens entrecortavam-se me trazendo à memória as últimas oito horas de esquecimento. Algo como um filme passou em frente de mim em rotação acelerada. Helena chorando ao telefone. Helena me dizendo que Vanderlei descobrira toda a verdade. Helena dizendo que ele ia matá-la. Eu saindo de casa, bem apavorado, armado de revólver, em meio à noite chuvosa. Eu correndo pela rua em direção à casa deles. O carro deles aparecendo na curva em desabalada carreira. O carro deles vindo em minha direção. O rosto de Vanderlei retorcido de ódio atrás do para-brisa. Helena tentando tomar o volante do lunático. Levantei a arma e atirei. Acertei na cabeça dela, sem querer! Os faróis do carro me engolindo foi a última coisa que vi no mundo terreno.

O fim!

— Os desgraçados eram amantes! Eles eram amantes! Eles eram...

Os gritos de Vanderlei, aos poucos, iam ficando cada vez mais distantes. Estranhamente a paz me invadiu. Senti uma leveza em mim que nunca havia sentido antes. Olhei para as minhas mãos porque eram através delas que se iniciava o “passamento derradeiro”.

E elas começaram a brilhar!

As 7 fotos mais convincentes de fantasmas

Durante séculos, tem havido um forte debate a respeito da existência (ou não) de fantasmas. Embora muitas pessoas pensem que tais entidades sejam apenas uma invenção da imaginação humana, ou algo sonhado por roteiristas de Hollywood para vender ingressos, outros tiveram experiências que simplesmente não podem ser explicadas com lógica.

Muitas culturas acreditam fortemente em fantasmas e espíritos, que seriam seus entes queridos que resolveram ficar aqui após a morte ou entidades que nos perseguem por alguma razão. Ao longo dos anos, câmeras e equipamentos de vídeo também capturaram coisas estranhas, que não foram vistas pelos fotógrafos. Embora os especialistas paranormais insistem que os fantasmas são reais, ainda existem pessoas que simplesmente não acreditam. Estas são algumas das fotos mais convincentes para fazê-los mudar de ideia.

7 – Anjo ou Fantasma?
As 7 fotos mais convincentes de fantasmas

Em 1988, uma mulher de 58 anos chamada Rose Benvenutowas se envolveu em um acidente de carro em Nova York. O acidente foi tão feio que muitos se perguntaram como ela foi capaz de sobreviver. Uma fotógrafa da polícia chamada Sharon Boo estava no local para tirar fotos dos danos. Ela tirou registrou todos os ângulos do carro para mostrar a situação. Quando as fotos foram reveladas, uma se destacadou. Na imagem, uma figura em branco se destaca. Enquanto alguns acreditam que e um fantasma, outros, incluindo a mulher envolvida no acidente, acreditam que seja a imagem de um anjo da guarda.

6 – Fantasma na fazenda
As 7 fotos mais convincentes de fantasmas

Enquanto o fotógrafo Neil Sandbach tirava fotos de uma fazenda na Inglaterra, ele ficou surpreso ao ver uma figura fantasmagórica de um menino ao fundo de uma de suas fotos. Quando ele perguntou aos donos da casa sobre o fantasma, eles disseram que já o tinham visto antes. Não há informações sobre a história deste fantasma, como quem ele poderia ser ou como morreu.

5 – Tirem as mãos de mim!
As 7 fotos mais convincentes de fantasmas

Uma das fotos mais recentes veio das Filipinas. Não se sabe muito sobre esta fotografia, mas é bem assustadora. A história é que duas meninas estavam caminhando pela rua quando pediram a um estranho para tirar uma foto delas. Depois de olhar para a foto, parecia que elas não estavam, de fato, sozinhas. Uma figura transparente aparece, com uma mão agarrada no braço da moça. Esta é uma boa foto de fantasma, mas suas origens não são realmente conhecidas, e não é possível determinar se é real ou não.

4 – Visita surpresa
As 7 fotos mais convincentes de fantasmas

Como a foto das Filipinas, esta é bem recente, e foi tirada em 1997. Uma mulher chamada Denise Rusell decidiu tirar uma foto de sua avó em um evento que reuniu toda a família. Ao examinar a foto, no entanto, um homem é claramente visto em pé atrás da senhorinha. Ainda que isto possa não parecer muito estranho no início, Russell e sua família afirmaram que ele era idêntico ao seu avô. O único problema é que ele faleceu em 1984, vários anos antes da foto ser tirada.

3 – A menina do túmulo
As 7 fotos mais convincentes de fantasmas

Durante a década de 1940, uma mulher que atendia pelo nome de Mary Andrews fez uma descoberta surpreendente quando tirou uma foto. Sua filha faleceu aos 17 e, um ano depois, ela foi até seu túmulo, e Queensland, para tirar uma fotografia. Quando ela foi revelada, uma imagem surpreendente de uma criança transparente é vista sobre o túmulo. A mulher alegou que não havia outras crianças quando a foto foi tirada, e uma dupla exposição foi descartada por especialistas. Mary disse que a criança não se parecia com sua filha, mas havia outras duas sepulturas nas proximidades, ambas pertencentes a bebês meninas.

2 – Figura no altar
As 7 fotos mais convincentes de fantasmas

Em 1963, uma foto bizarra foi tirada na Newby Church, localizada na Inglaterra, pelo reverendo local. Nunca houve quaisquer relatos de aparições de fantasmas nesta igreja em particular. Mesmo assim, esta fotografia mostra uma figura muito estranha envolta em uma capa preta no altar, olhando diretamente para a câmera. O fotógrafo insistiu que não havia ninguém com ele quando a foto foi tirada. Muitas pessoas têm questionado a validade da foto simplesmente porque a figura é muito clara. A foto foi analisada por vários especialistas de fotografia, que negaram ser resultado de dupla exposição ou qualquer outro tipo de falha.

1 – Menino do Corredor
As 7 fotos mais convincentes de fantasmas

Qualquer um que tenha visto o filme Horror de Amityville sabe que ele é vagamente baseado em fatos reais. A família DeFeo morava em uma casa, e o filho mais velho, Ronald, matou seus pais e quatro irmãos, culpando uma presença maligna em casa por suas ações. Após os acontecimentos, outra família comprou a casa, e eles fugiram da casa, alegando que ela era assombrada. A verdadeira história por trás da casa tem sido questionada por muitos anos. No entanto, uma fotografia mostra que a casa pode mesmo ser assombrada. A foto mostra um corredor vazio com uma criança que espreita por trás de uma escada. Há rumores de que o fantasma se parece com uma das crianças DeFeo; aquele que foi morto por seu irmão.

As 12 Ilusões de Ótica Mais Insanas que Você Verá

1 – Estes quadrados são da mesma cor. Cubra com o dedo a parte que separa os dois e certifique-se!
A ilusão Cornsweet explora a inibição lateral do cérebro, que cria mais contraste entre os dois objetos quando eles têm diferentes bordas coloridas

As 30 Ilusões de Ótica Mais Insanas que Você Verá

2 – Olhe fixamente para o nariz da moça por 15 segundos. Em seguida, pisque rapidamente enquanto olha para uma superfície clara. O rosto dela aparecerá colorido.

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3 – Esse parque em Paris parece um grande globo

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4 – Você não vai acreditar, mas os quadrados “A” e “B” possuem o mesmo tom de cinza

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Não acreditou, né? Então vamos checar:
O cérebros ajusta automaticamente a cor com base nas sombras. O “B” está na sombra do cilindro verde, e ainda que seja da mesma cor que o “A”, o cérebro acredita que o quadrado “B” tem um tom mais claro de cinza.

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5 – A ilusão da Sala de Ames faz você acreditar que uma pessoa é gigante, enquanto a outra é minúscula… Mas não é bem assim.

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6 – Encare o ponto preto que está no centro da imagem, e depois espere até que ela mude. Afinal, a imagem ficará em preto e branco ou colorida?

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7 – Todas as bolinhas dessa imagem são brancas. Mas não importa o que você faça, você sempre verá algumas em preto.

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8 – Ao manipular o cérebro humano e os olhos, Brusspup é capaz de criar animações incríveis com nada além de um cartão preto



9 – A dançarina do meio está girando no sentido horário ou anti-horário? A resposta é: As duas opções!

Encarando a dançarina da esquerda ou da direita, você é capaz de mudar a direção da dançarina do meio.

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10 – Essas coisas não são o que parecem ser!

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11 – Cubra os dois lados da animação e o corredor passará lentamente. Cubra o meio e as laterais parecerão mais rápidas.

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12 – Elas parecem mulheres atraentes

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Mas, ao ver a imagem invertida, você ficará um pouco confuso


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A Verdade Sobre o Natal e a Arvore de Natal

A Verdade Sobre o Natal e a Arvore de Natal

Enciclopédia Católica (edição de 1911): “A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja… os primeiros indícios dela são provenientes do Egito… os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do Natal”.

Orígenes, um dos chamados pais da Igreja (ver mesma enciclopédia acima): “… não vemos nas Escrituras ninguém que haja celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo”.

Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século 4o). Somente no século 5o foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo.

Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção a esta comemoração, em toda a Bíblia. Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar biblicamente a MORTEdo nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE e seu significado, a vitoriosa RESSURREIÇÃO do nosso Salvador, Sua próxima VINDA gloriosa, sua mensagem de SALVAÇÃO para os que crêem verdadeiramente e PERDIÇÃO para os não crentes verdadeiros.

1. JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO
Quando Ele nasceu “… havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho.” (Lucas 2:8). Isto jamais pôde acontecer na Judéia durante o mês de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e [ainda mais à noite] os abrigavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark Commentary, vol. 5, página 370). A Bíblia mesmo prova, em Cant 2:11 e Esd 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noite, no campo. É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).

2. COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NAS IGREJAS?
The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog) explica claramente em seu artigo sobre o Natal:

“Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano.

As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.

Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século 4o) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.

Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la.”

O artigo já citado da “The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge” revela como Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos do século 4o (que tinham [pseudamente] se “convertido em massa” ao [pseudo] “cristianismo”) a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus.

Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre.

A Enciclopédia Britânica diz:

“A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol… os sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto.”

3. A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL
O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra “marad”, que significa “rebelar”. Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9). Para combater a ordem de espalhar-se:


– criou a instituição de ajuntamentos (cidades);
– construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama eterna, adoração aos astros);
– fundou Nínive e muitas outras cidades;
– organizou o primeiro reino deste mundo.
A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo.

Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina dareencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal(nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore.

Dentre as diferentes versões, uma diz que após a morte de Ninrode, ela teria ficado grávida e, para esconder a vergonha, disse ter sido fecundada pelo próprio Ninrode, o qual se convertera no deus sol. Seu filho chamou-se Tamuz, e foi considerado o filho do deus sol, ou deus redentor. Instituiu-se a comemoração da data do nascimento de Tamuz – 25 de dezembro. Tamuz morreu enquanto sua mãe ainda vivia. Diz a lenda que seu corpo foi esquartejado e os pedaços enviados para diferentes partes. Então, sua mãe ordenou uma busca pelos pedaços para recompor o corpo do filho. Esta busca demorou quarenta dias, aos final dos quais ela se coloca sobre o corpo do morto e o faz ressuscitar. Então, mais tarde foi instituído o uso do pinheiro na comemoração do nascimento de Tamuz, o qual era um símbolo de ressurreição. Diz-se que os adoradores do deus sol ofereciam sacrifícios humanos – os corpos de pessoas que não estavam em harmonia com sua religião. Essas eram degoladas, e suas cabeças eram penduradas no pinheiro da festa em honra a Tamuz.

A Verdade Sobre o Natal e a Arvore de Natal

Algumas tribos ainda hoje mantém este ritual, como os devotos da seita tântrica, na Índia. Na foto, vemos alguns desses adoradores, segurando galhos de árvore em que estão pendurados crânios, como oferta para o(a) deus(a) Shiva.

A data do nascimento de Tamuz foi em 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal.

Semiramis se converteu na “rainha do céu” e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o “divino filho do céu”. Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração de “a Madona e Seu Filho” (o par “mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe”) se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da “Madona”, da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo!

Nos séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se “converteram” em massa ao “cristianismo”, levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sob nome cristãos. Foi quando se popularizou também a idéia de “a Madona e Seu Filho”, especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.

A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da “rainha do céu”) nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data séculos antes do nascimento de Cristo.

Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua MORTE (1Co 11:24-26; Joã 13:14-17).

4. OUTROS COSTUMES PAGÃOS, NO NATAL: GUIRLANDA, VELAS, PAPAI NOEL
A GUIRLANDA (coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas) que enfeita as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro “Answer to Questions” (Respostas a Algumas Perguntas): “[A guirlanda] remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do [atual] Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é anterior à era Cristã.”

Também as VELAS, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite.

PAPAI NOEL é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz: “São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro… conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre… deu origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau…”

Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira de “Papai-Noel”, dos “Reis Magos” e do “Menino Deus”! Por isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero mito. – Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: “Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!” – É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse: “… nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo;” (Lev 19:11). Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse:”Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte.” (Prov 16:25).

Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!

5. O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A ÁRVORE DE NATAL?

As falsas religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria:

“Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram.” (Os 4:13)

“Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR teu Deus, que fizeres para ti.” (Deut 16:21)

Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma conotação.

6. É BÍBLICA A TROCA DE PRESENTES?

Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155: “A troca de presentes entre amigos é característico tanto do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano”.

O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra! (Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios amigos??… Omitiria a pessoa a quem deveria honrar??… Não parece absurdo deste ponto de vista?!…)

Contudo, isto é precisamente o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até março.

Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu:

“E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magoSvieram do oriente a Jerusalém, … E, entrando na CASA, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-LHE dádivas: ouro, incenso e mirra.”

7. POR QUE OS MAGOS LEVARAM PRESENTES A CRISTO?

Por ser o dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram muitas semanas ou meses depois do seu nasc

imento (Mt 2:16). Ao contrário do que mostram os presépios, Jesus já estava numacasa, não numa estrebaria.

Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO.

Por que? O mencionado comentário bíblico de Adan Clarke, vol. 5, pg.46, diz: “Versículo 11 (“ofereceram-lhe presentes”). No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul.”

Aí está! Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado.

O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um costume pagão.

8. UM “NATAL CORRIGIDAMENTE CRISTÃO” PODERIA REALMENTE HONRAR A CRISTO?

Há pessoas que insistem em que, apesar das raízes do Natal estarem no paganismo, agora elas não observam o Natal para honrarem um falso deus, o deus sol, senão para honrarem a Jesus Cristo. Mas diz Deus:

“Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, …; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: ‘Assim como serviram estas nações os seus deuses, do mesmo modo também farei eu.’ Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que Ele odeia, fizeram eles a seus deuses; …”. (Deut 12:30-31)

“Assim diz o SENHOR: ‘Não aprendais o caminho dos gentios, … Porque os costumes dos povos são vaidade; …'” (Jr 10:2-3).

Deus disse-nos claramente que não aceitará este tipo de adoração: ainda que tenha hoje a intenção de honrá-Lo, teve origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a Ele mas sim aos falsos deuses pagãos.

Deus não quer que O honremos “como nos orienta a nossa própria consciência”:
“Deus é Espírito; e importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade”. (Joã 4.24).
O que é a verdade? Jesus disse que a Sua palavra, a Bíblia, é a verdade (Joã 17:17). E a Bíblia diz que

Deus não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar a Cristo, adotem um costume pagão:

“Mas em vão me adoram, ensinando doutrina que são preceitos dos homens.” (Mt 15:9).
A comemoração do Natal é um mandamento (uma tradição) de homens e isto não agrada a Deus.
“E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus” (Mat 15:6).
“Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que ele odeia, fizeram eles a seus deuses…” (Deut 12:31)

Não podemos honrar e agradar a Deus com elementos de celebrações pagãs!

9. ESTAMOS NA BABILÔNIA, SEM O SABERMOS

Nem precisamos elaborar: quem pode deixar de ver nauseabundos comercialismo, idolatria, e contemporização, por trás do “Natal”?… E que diz Deus? Devemos “adaptar e corrigir o erro”? Ou devemos praticar “tolerância zero, separação total”?

“Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.” (Ap 18:4)

10. AFINAL, A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU JESUS?

Jesus Cristo nasceu na festa dos Tabernáculos, a qual acontecia a cada ano, no final do 7º mês (Iterem) do calendário judaico, que corresponde [mais ou menos, pois o calendário deles é lunar-solar, o nosso é solar] ao mês de setembro do nosso calendário. A festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas) significava Deus habitando com o Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial, para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto, dias em que o Senhor habitou no Tabernáculo no meio de Seu povo (Lev 23:39-44; Nee 8:13-18 ).

Em João 1:14 (“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.”) vemos que o Verbo (Cristo) habitou entre nós. Esta palavra no grego é skenoo = tabernáculo. Devemos ler “E o Verbo se fez carne, e TABERNACULOU entre nós, e…”. A festa dos Tabernáculos cumpriu-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Isa 7:14) que significa “Deus conosco”. Em Cristo se cumpriu não apenas a festa dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua morte (Mat. 26:2; 1Cor 5:7), e a festa do Pentecostes, quando Cristo imergiu dentro do Espírito Santo a todos os que haveriam de ser salvos na dispensação da igreja (Atos 2:1).

Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar cronologicamente o nascimento de Jesus:

· Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 1/24 = 15 dias, 2 vezes ao ano. Os números estão arredondados, pois 24 turnos x 15 dias = 360 dias =/= 365,2422 dias = 1 ano. Durante os sábados especiais, todos os turnos ministravam juntamente; 1Cr 24:1-19.
· O oitavo turno pertencia a Abias (1Cr 24:10).
· O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico – mês de Abibe. Êxo 12:1-2; 13:4; Deut 16:1; Ex 13:4.
· Usualmente havia 12 meses, alguns deles com 29 dias, outros com 30 dias, totalizando apenas 12 x 29,5 = 354 dias, ficando faltando 11,2422 dias para o ano solar. A cada 3 ou anos a distorção entre este calendário e o solar era corrigida através da introdução do mês de Adar II.

Temos a seguinte correspondência:

A Verdade Sobre o Natal e a Arvore de Natal

Zacarias, pai de João Batista, era sacerdote e ministrava no templo durante o “turno de Abias” (Tamuz, i.é, junho / julho) (Luc 1:5,8,9).

Terminado o seu turno voltou para casa e (conforme a promessa que Deus lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista (Luc 1:23-24) no final do mês Tamus (junho / julho) ou início do mês Abe (julho / agosto).

Jesus foi concebido 6 meses depois (Luc 1:24-38), no fim de Tebete (dezembro / janeiro) ou início de Sebate (janeiro / fevereiro).

Nove meses depois, no final de Etenim (que cai em setembro e/ou outubro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos Tabernáculos, Deus veio habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o Emanuel (“Deus conosco”).

O Lado Negro dos Signos

O Lado Negro dos Signos

Aquário
É atraído por assuntos cósmicos e sofre por eles, não consegue entrar em sintonia com a força cósmica. É vítima de magias. Tem problemas com grupos, amizades. Atrai-se por pessoas que lhe fazem sofrer. Faz más escolhas. Recebe pouca recompensa nos seus interesses humanitários. Dificuldade para realizar seus objetivos. É excêntrico. Má coordenação, espasmos. Tornozelo frágil.

Peixes
Desgasta-se com situações e pessoas negativas. Tem confusão emocional, passa por arrependimentos. É magoado e enganado pelos outros. Períodos de isolamento, confinamento e frustrações. Envolve-se com coisas ilegais, imorais. Tem problemas psíquicos, atrai o pior. Faz mau uso dos dons espirituais. Precisa ter muito cuidado nas escolhas de com o quê e com quem se envolve. Sujeito a escapismos, vícios, traições.
Sagitário
Falta de percepção. Comete erros de julgamento. Impede a expansão, como se nada desse certo. Tem dificuldade em assuntos legais, culturais, éticos ou religiosos. Fazem mau uso de sua generosidade. É negligente. Maus reflexos e dado a negligências

Capricórnio
Ambição compulsiva frustrada. Faz qualquer coisa para conseguir poder. Trabalha por trás das cenas para tirar proveito. Muito medo de perder posição social. Passa por interferências e interrupções na vida profissional. É escravo de hábitos e trabalhos, mas tira vantagens dos erros que comete. Tem problemas com figuras de autoridade, pessoas mais velhas, figura paterna. Pode sofrer acusações injustas e antipatia.

Libra
Sofre porque busca ser querido e amado, mas não consegue. Faz de conta que está tudo bem e não pede ajuda (característica dos signos cardeais). Evita competições, pois tem medo de falhar. Sente-se desconfortável com os outros e acaba afastando-os. Preguiça e comodismo fazem com que arrastem situações de sofrimento e frustração. Não consegue paz e harmonia. Problemas nos relacionamentos, pois gosta do que é proibido. Sofre por sua beleza ou pela falta dela.

Escorpião
Ressentimentos e feridas emocionais. Tem dificuldade de transformar situações. Estagnado. Passa por privações. Tem fascinação por coisas mórbidas, formas negativas ou estados de pós-morte. Ódio e ciúmes que corroem por dentro. É obsessivo. Passa por sofrimentos por causa de envolvimentos financeiros com outras pessoas. Tem problemas com inventários, impostos, seguros e pensões. Tem complicações e desejos sexuais que faz de tudo para esconder, ou pode mostrá-los em excesso. Sujeitos a assaltos, bem como a ser molestado sexualmente. Pode ser alvo de magias negras.

Virgem
Tempo e trabalho perdidos. Preocupação com o que ‘deveria’ fazer. Pressões diárias e dos deveres impedem interesses pessoais. Se perde em milhões de detalhes inúteis. É desleixado nas suas obrigações. Problemas de saúde, doenças de difícil diagnóstico. Sujeito a doenças sexuais. Faz trapaças no trabalho. Pode trabalhar com coisas desonestas ou política. Tem tendência a cometer furtos profissionalmente.

Leão
O ego é seu inimigo. Exagera e fere-se se não é reconhecido. Faz trapaças para aparecer, dizer que foi ele quem fez. Luxúria. Ostentação, mostra o que não tem e fala o que não é. Come e bebe demais, excedendo-se para satisfazer seus desejos. Gasta muito dinheiro com os outros para aparecer. Tem problemas com os filhos, especulações, romances ou diversões. Normalmente passa por uma grande decepção com o primeiro amor, e na área sexual é impaciente, quer porque quer. Medo de engravidar irracional. Sofre restrições nos prazeres em geral. Orgulho ferido.

Gêmeos
É fascinado com qualquer tipo de meios de comunicação. E faz manobras espertas para seduzir. Diz o que os outros querem ouvir. Persuasão. Comunica incessantemente, e é hábil em alternativas. É acusado de superficial e, muitas vezes, não é levado à sério. Tem excesso de orgulho mental. Não se sente pertencendo a alguém. Passa por nervosismo interior.

Câncer
É absorvente. Vulnerável a vida privada e área doméstica, as quais sempre trazem dificuldades e frustrações com a família. Sujeito a ser colocado de lado. É preocupado com fantasmas, mediunidade, etc. Vive preso ao passado. Mulheres podem ter problemas menstruais, materiais, com a gestação e órgãos geradores. Pessoa não doméstica, ou com dificuldade em expressar seus sentimentos.

Touro
Tem uma necessidade compulsiva de possuir e acumular. É avarento, e faz qualquer coisa para adquirir valores e bens. Sofre muitos obstáculos para conseguir seus objetivos. Gosta de vida fácil. A preocupação excessiva com os bens pode prejudicar a saúde. É uma pessoa invejosa. Tem tendência a perder tudo o que conseguiu acumular por ganância (em uma má aplicação, por exemplo, ou em um jogo). Dificilmente tem o que quer, e, se tem, não consegue manter. Perde. Interessa-se pelo proibido. Pode ficar pessimista com tudo.

Áries
Busca por atenção sobre si. Sente-se desconfortável com o próprio físico. É difícil o contato físico. Gosta, mas esconde que gosta. Tem muito medo de não realizar o que já tenha começado. Tem solidão interior. Suas aventuras são desastrosas. É uma pessoa muito frustrada, tem uma infelicidade que não sabe de onde vem e, para disfarçar, defende-se com uma agressividade doentia. É uma pessoa insatisfeita, e que só procura pelos defeitos de tudo e todos. Pode cometer excessos em trabalho, sexo e prazeres. É incapaz de dar valor ao que consegue. É indiscreto. Tem descontrole passional. Em geral, tem muitos problemas afetivos.

Caso Thomas Nealy (Slender Man) e o Sequestro de Jéssica

Caso Thomas Nealy (Slender Man) e o Sequestro de Jéssica
Não se sabe ao certo se a história sobre Slender Man é um fato verídico, ou algumas de muitas invenções colocada na internet, se quiser acrescentar seu ponto de vista ou fazer alguma correção só comentar logo abaixo, ok! 
o Personagem Slender Man tem uma aparência esquisita um homem alto magro, que sempre esta de terno preto. leia o texto logo abaixo e saiba sobre essa criatura que se tornou uma lenda na internet. 

Slender Man é um demônio ?
Essa criatura pode ser um demônio, capaz de esticar os seus membros e o próprio tronco para tamanhos desumanos, com o objetivo de provocar medo e seduzir as suas presas, que podem facilmente confundi-lo com a sombra de um poste ou uma arvore. 

Slender Man sequestra Jessica Nealy 
No ano de 1989 uma garota chamada Jessica Nealy desapareceu, seu pai chamado Thomas Nealy foi intimado para ser interrogado a respeito do sumiço de Jessica, Thomas Nealy, havia ligado para casa de um amigo onde Jessica estava, e pediu que Jessica viesse embora, pois já estava fincando tarde, já a pessoa que atendeu o telefone disse que Jessica já havia indo embora. 

Gravação de Thomas Nealy em depoimento à polícias 
Thomas Nealy, estranhou, pois o caminho de chegada onde Jessica estava era apenas de 5 minutos até a própria casa, Thomas resolveu procurá-la e o que Thomas Viu foi algo diabólico



Relatos de pessoas que viram o Slender Man 

Segundo relatos quando esse demônio estende os seus braços, suas vítimas ficam hipnotizadas e totalmente impotentes. Ele também é capaz de esticar os seus dedos criando tentáculos, e jamais deixa rastros de suas vítimas. 

5 vídeos mais assustadores Slenderman

Fonte: JornalPrime

Novas Previsões para o Fim do Mundo (Confira as Datas)

Novas Previsões para o Fim do Mundo (Confira as Datas)

O dia 16/02/2017 se foi, você saiu do seu abrigo à prova de apocalipse e percebe que nada aconteceu. A vizinha do lado continua gritando com os filhos, o vizinho da frente continua escutando Latino no último volume e sua caixa de correio está entulhada de contas para pagar.

Diz a lenda que, em 1143, São Malaquias profetizou que haveria apenas mais 112 papas antes do fim do mundo. O papa Bento XVI é o 111 º, o que significa que o mundo vai acabar logo, logo. De acordo com São Malaquias, o último papa será chamado Pedro de Roma. Quem viver, verá!

Alois Irlmaier também falou sobre esse papa e sobre um imperador que é coroa e guerras civis que explodem por todo o globo terrestre. Fala que depois que esses eventos ocorrerem, aconteceram os temidos três dias de trevas, provavelmente resultado de uma arma química durante a Terceira Guerra Mundial.

O “Profeta Gabriel” supostamente disse a Irmandade da Espada de Deus que o “tempo de morrer” virá em 2017, e apenas os membros do culto sobreviverão. Todo o restante da humanidade perecerá no inferno.

O tio Chico Xavier também já palpitou sobre o assunto, dizendo que dia do fim está estabelecido para o ano de 2019. Relatou ele em um dos seus livros: “Perguntei-lhe sobre qual fora então as deliberações de Jesus, e ele me respondeu: “Nosso Senhor deliberou conceder uma moratória de 50 anos à sociedade terrena, a iniciar-se em 20 de julho de 1969, e, portanto, a findar-se em julho de 2019. Ordenou Jesus, então, que seus emissários celestes se empenhassem mais diretamente na manutenção da paz entre os povos e as nações terrestres, com a finalidade de colaborar para que nós ingressássemos mais rapidamente na comunidade planetária do Sistema Solar, como um mundo mais regenerado, ao final desse período.” Será que o MAIOR BRASILEIRO DE TODOS OS TEMPOS, segundo o SBT, estaria errado?!

Ian Gurney prevê em seu livro A Profecia Cassandra – Abordagens do Armagedom, que a data final, o Dia do Julgamento, o fim da humanidade neste planeta é inferior a 22 anos a partir de 2001. Isso que significa que o mundo está marcado para terminar, por mais tardar em 2023, um futuro bem próximo, portanto, mantenham os abrigos construídos para 2017 limpos e abastecidos.

Novas Previsões para o Fim do Mundo (Confira as Datas)

De acordo com um artigo publicado na revista Science em 1960, 13 de novembro de 2026 será a data em que a população mundial esgotará todos os recursos do planeta, essa data é resultado da chamada “equação do fim do mundo.”

2033 é considerado por muitos como o 2000° aniversário da crucificação de Jesus, é mais uma data implorando para ser alvo de profetas esotéricos, cujas previsões para 2017 falharam.

Os raelianos estão trabalhando arduamente para estabelecer uma embaixada em Jerusalém, em preparação à chegada dos alienígenas em 2035 chamados de “Elohim”. Tal fato, dará início a uma nova era. Entretanto, a chegada deles está condicionada à construção completa da embaixada.

Em seu livro The Call to Glory , o psíquico Jeane Dixon escreveu: “Entre os anos de 2020 a 2037, acontecerá a verdadeira segunda vinda de Cristo.” A batalha do Armagedom será em 2020.

Novas Previsões para o Fim do Mundo (Confira as Datas)

O piramidologista Max Toth prevê a reencarnação física de Jesus Cristo para 2040. Como outros piramidologistas, ele usou as dimensões da grande pirâmide para prever eventos futuros.

O futurista John Smart estima que uma singularidade tecnológica terá lugar por volta do ano 2040, quando o avanço tecnológico atingirá níveis incomparáveis na história humana. Após este evento apocalíptico, uma nova era de equilíbrio e compaixão terá início.

Baba Vanga, famosa profeta búlgara, diz que o fim do mundo acontecerá em 5079, depois que os seres humanos decidirem ultrapassar os limites do universo.

O Sol, daqui a alguns bilhões de anos, vai começar e expandir suas camadas externas, que se estenderão aproximadamente até a distância de Marte, nesta fase ele vai se transformar numa estrela chamada de gigante vermelha. Esse momento, talvez seja o fim do mundo, porque se ficarmos por aqui, todos morreremos, já que a temperatura na Terra ficará altíssima, impedindo a vida no planeta.

FONTE/ADAPTAÇÃO: KID BETINHO

Os Vivos e os Mortos - Creepypasta

Quando cheguei ao velório, o primeiro fato que me chamou a atenção dizia respeito a presença de Helena, sentada e prostrada ao abandono...

 

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